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Para quem está a olhar para este blog, que está a começar, e olhar para a primeira história, pode pensar que isto vai ser um blog mais light, ou tranquilo, de um gajo a despejar problemazinhos e dilemas da vida.
Em parte estão certos. Mas a minha intenção é que vá para além disso. Quero contar histórias que vão ter continuidade de umas para as outras, que podem não estar por ordem cronológica, e que podem ser das coisas mais fofinhas, às coisas mais sexuais e brejeiras... sem censura.
Vou começar por introduzir a história da Isabel (os nomes vão ser sempre fictícios, espero nunca me enganar :P ).
Se não me engano tinha 14 anos, ia fazer 15. Estava no 9º ano. E a minha colega Vera convidou-me e a mais alguns amigos da escola para ir ao cinema com o intuito de festejar o seu aniversário.
Para além desse grupo da escola, a Vera levou também a sua prima Isabel. A Isabel tinha 12 anos, mas tinha corpo de 15, à vontade, e despertou logo em mim um interesse daqueles enormes (na altura não andava apanhado de verdade por ninguém).
Parece que a Isabel também se interessou por mim. Não falámos tanto como isso, mas dava para notar que ela tinha um certo interesse. Para uma rapariga com 12 anos ela era bem espevitada (e a ideia que tenho é que as coisas agora estão bem pior, não com ela, mas com as raparigas de 12 anos de hoje em dia). Durante o filme sentámo-nos juntos e uma das coisas que fiz foi oferecer pipocas, sendo que algumas foram dadas de forma muito fofinha na boca dela.
Eu era um completo tótó nestas coisas. Fui durante grande parte da minha vida. Sempre fui muito docinho e daqueles gajos que ficam sempre na friendzone. Só bastante mais tarde na minha vida vim a ganhar alguma... "malícia". Mas isso fica para outros posts.
Nesse dia fui-me embora com a cabeça na Isabel, mas nem sequer fui capaz de lhe pedir o número de telemóvel. Pelos vistos depois passámos o resto do dia quer um, quer outro, a chatear a Vera para que nos desse o número um do outro. Ela muito se riu.
Tudo que se passou depois de termos o número um do outro mudou muitas coisas da minha adolescência, a maneira como via as coisas, o meu comportamento... E de uma maneira ou de outra ela sempre foi uma presença constante na minha vida, apesar de pessoalmente ter estado com ela provavelmente menos de 10 vezes...
P.S. Bastante tempo mais tarde, talvez anos mais tarde ela disse-me: "Passei aquele filme inteiro à espera que me beijasses...", mas eu era tão tótó.
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